quarta-feira, 9 de novembro de 2022

ACEITA QUE DOI MENOS

 
Peço desculpa por voltar a esse assunto, mas já estou ficando de saco muito, muito cheio. E o assunto é a ocupação de estradas e avenidas por bandos de idiotas (financiados ou não), manadas de ruminantes bípedes, que se recusam a aceitar a derrota do Bolsonaro.

Já li que os pacientes terminais, diante da perspectiva da morte próxima, reagem de forma diferente à medida que sua saúde vai se deteriorando e o fim se aproxima. Essas reações foram estudadas por profissionais da área da saúde e assim identificadas:
 
Primeiro estágio: negação e isolamento; Segundo estágio: raiva; Terceiro estágio: barganha; Quarto estágio: depressão; Quinto estágio: aceitação.
 
Tentei fazer uma associação dessas fases com os sentimentos da gangue que continua acampada em frente aos quartéis, mas não gostei do resultado. E o motivo é a (des)ordem dos estágios. Para os radicais acampados nas avenidas, parece que a (des)ordem seria esta:

Primeiro estágio: raiva; Segundo estágio: negação e isolamento.

O problema principal é que esses manés estão ainda no segundo estágio. Na prática (acho que já disse isto aqui), lembram aquele menino chato que toma um pau do colega de escola e corre a chamar o irmão mais velho para defendê-lo. 

Mas há efeitos colaterais engraçados nesses acampamentos. Fiquei sabendo que em uma das avenidas de BH algumas das barracas montadas em frente a uma unidade do exército são ocupadas por mendigos. Nesse caso, imagino que pelo menos eles estão na fase da barganha:
 
- “Doutor, coloquei a bandeira do Brasil em cima da minha barraca, para dar moral; se senhor descolar um rango para mim, eu fico aqui o tempo que precisar”. (só não sei se podem utilizar o banheiro químico instalado para uso dos bacanas).
 
Usando um clichê adequado para os manifestantes, “aceita que dói menos” (quinto estágio). E se precisar, podem usar xilocaína. Porque ninguém aguenta mais tanta babaquice e desprezo pela realidade.

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