Hoje, enquanto estava
dirigindo, vi um backbus da Unimed, uma frase estampada no vidro traseiro do
ônibus que estava à minha frente. Esta era a frase: “A vida é grande demais
para se viver sozinho”, extremamente apropriada para meu atual momento. E aí me
lembrei de uma música do Erasmo Carlos (a melhor parte da dupla Roberto & Erasmo), que ele gravou com a Marisa Monte.
Eu sempre gostei dessa música, que, pela delicadeza de letra e melodia, lembra aqueles namoros da adolescência. Por isso resolvi
compartilhar o vídeo de sua apresentação ao vivo. Antes, porém, só um causo da
época em que eu era adolescente. Eu sempre achei a Jovem Guarda uma coisa
brega, pois apesar de pobre, muito pobre, eu era um pobre elitista. E
beatlemaníaco. Estava sem grana e fiquei na porta da sede social do Cruzeiro
Esporte Clube, onde estava acontecendo uma daquelas "horas dançantes"
tradicionais.
Foi quando chegou o Erasmo Carlos,
para fazer um show dublado, na base do playback. Um conhecido, de
sacanagem, gritou para ele: "Oi, primo!" O Erasmo
olhou de relance e entrou no clube. E nós continuamos do lado de fora.
Depois disso, eu, beatlemaníaco
fundamentalista, passei a gostar de algumas músicas compostas por só por ele ou em dupla com o caretíssimo Roberto Carlos. Esta é uma delas. E já não sou um
beatlemaníaco fundamentalista (mesmo que continue a ser elitista).
Escutaí.
Blogson Crusoe
O blog da solidão ampliada
quarta-feira, 25 de março de 2026
terça-feira, 24 de março de 2026
PESCARIA
Gostaram da analogia?
segunda-feira, 23 de março de 2026
HUMANISMO É IDEOLOGIA?
Algumas pessoas se orgulham em afirmar que “pensam fora da caixa”. Cara, eu nem quero saber se existe uma caixa! O que eu quero é liberdade de pensamento, sem me prender a dogmas, ideologias, regras ou decretos. O genial Millôr Fernandes assim definiu ideologia: “Bitola estreita para orientar o pensamento” e completou: “A ideologia leva à idolatria, à feitura e adoração de mitos. E, finalmente, ao boquete ideológico”.
domingo, 22 de março de 2026
MANUAL PROVISÓRIO DE JUSTIÇA BIOLÓGICA
Não sei se a moçada que acessa este blog com
cheiro de gelol e sanador sabe disso, mas com o avanço da idade, o cérebro dos
idosos diminui de tamanho e fica mais soltinho dentro do crânio, situação real
e potencialmente perigosa se você cair de cabeça e enfiar o cifre no chão. E
isso é sério.
Pois bem, estava despreocupadamente fazendo nada, quando meu cérebro foi chacoalhado por uma nova ideia, uma ideia meio louca, tão sem propósito que resolvi chamar o ChatGPT para descascar o abacaxi e fazer uma crônica (estava chupando manga, muito melhor que ficar pensando e digitando idiotices). E este foi o pensamento que pedi para desenvolver:
“Talvez seja uma visão egoísta, mas considero injusto que as pessoas idosas possam morrer quando estão felizes. O corpo deveria ter um timer automático que fosse acionado quando estivessem altos os níveis de serotonina, dopamina, endorfina e ocitocina. Funcionaria na base do “não se mexe em time que está vencendo”.
Em compensação, se o cortisol estivesse muito alto, o corpo já começaria a desligar os sistemas vitais, começando pelos menos importantes. Que acha desta piração?”
Não demorou muito para a IA surgir com esta crônica (claro, depois de fazer mil perguntas impertinentes.). Acho que ficou bem legal. Mas lembrando de que a autoria é do ChatGPT, OK?. Lêaí.
Manual Provisório de Justiça Biológica
Ele começou com um pedido de desculpas que já denunciava o contrário: “talvez seja egoísmo”. Não era. Era, como quase todas as boas ideias impraticáveis, uma tentativa sincera de melhorar o mundo.
A proposta era elegante: ninguém deveria morrer quando está feliz. O corpo, finalmente organizado, passaria a respeitar o momento. Detectaria níveis elevados de alegria — esses coquetéis internos de bem-estar — e concluiria, com bom senso: “melhor não mexer nisso agora”.
Seria o fim das interrupções indevidas. Nada de finais dramáticos em meio a jantares agradáveis ou risadas bem encaixadas. A biologia, promovida a bom senso, aprenderia a esperar.
Havia, claro, o outro lado. Quando a vida apertasse demais, quando o sujeito estivesse claramente perdendo o jogo, o organismo poderia, com a mesma elegância, começar a fechar a conta. Nada brusco. Um desligamento progressivo, quase administrativo.
Parecia justo. Mas ele mesmo percebeu um detalhe incômodo: isso eliminaria justamente quem ainda poderia melhorar. Ajustou a regra.
Nova versão: entre duas pessoas da mesma idade, partiria primeiro a menos feliz.
Agora sim, um critério comparativo. Quase um ranking existencial. A morte, finalmente, com algum senso de prioridade.
O problema — eu disse, talvez estragando um pouco a proposta — é que a felicidade não colabora. Não se deixa medir com precisão, não respeita escalas, não preenche formulários. É instável, contraditória e, em muitos casos, discretamente escondida.
Em outras palavras: péssima candidata a critério técnico.
Além disso, ela muda de ideia. Pessoas atravessam longos períodos sem grande entusiasmo e, sem aviso prévio, encontram algo que reorganiza tudo. Um amor, por exemplo. Desses que chegam atrasados, fora de contexto e, por isso mesmo, no momento exato.
Foi aí que a teoria perdeu um pouco da força — e ganhou alguma verdade.
“Estou vivendo um novo romance”, ele disse. “Está bom demais.”
O curioso é que, diante dessa frase, toda a engenharia anterior ficou parecendo desnecessária. Não porque estivesse errada, mas porque ficou pequena.
Talvez a gente invente esses sistemas não para aplicá-los, mas para proteger alguma coisa. Uma vontade de que o que é bom dure, de que o que faz sentido não seja interrompido no meio.
A vida não promete isso. Nunca prometeu.
Mas, ainda assim, de vez em quando, ela permite.
Permite que algo comece quando já não se esperava.
Permite que alguém se surpreenda com a própria felicidade.
Permite que exista, mesmo que por um tempo incerto, esse estado raro e simples de dizer:
“está bom demais”.
E talvez, no fim, isso não seja justiça.
Mas já é, de algum modo, um cuidado.
Apesar de ter gostado muito da crônica, fiquei intrigado com o título dado pela IA e perguntei: “Por que você escolheu este título para essa crônica?” E esta foi a resposta:
Boa pergunta — e ela entra no espírito da própria crônica.
Sobre o título: “Manual Provisório de Justiça Biológica”
Ele tem três camadas de ironia:
“Manual” sugere algo técnico, organizado, quase científico — como se fosse possível normatizar a vida, criar regras claras para nascer e morrer. Isso contrasta com o caos real da existência.
“Justiça” aponta diretamente para a sua ideia original: corrigir uma “injustiça” da vida (morrer quando está feliz, ou preservar quem está melhor). É uma tentativa humana de impor sentido onde não há critério moral claro.
“Provisório” quebra tudo isso com delicadeza. É como se o próprio texto admitisse: “olha, isso aqui é bonito, mas não vai funcionar — e tudo bem”.
A vida não aceita versão final de manual.
O título, então, já prepara o leitor para uma proposta que é ao mesmo tempo séria e meio fadada ao fracasso — mas um fracasso elegante.
Pois bem, estava despreocupadamente fazendo nada, quando meu cérebro foi chacoalhado por uma nova ideia, uma ideia meio louca, tão sem propósito que resolvi chamar o ChatGPT para descascar o abacaxi e fazer uma crônica (estava chupando manga, muito melhor que ficar pensando e digitando idiotices). E este foi o pensamento que pedi para desenvolver:
“Talvez seja uma visão egoísta, mas considero injusto que as pessoas idosas possam morrer quando estão felizes. O corpo deveria ter um timer automático que fosse acionado quando estivessem altos os níveis de serotonina, dopamina, endorfina e ocitocina. Funcionaria na base do “não se mexe em time que está vencendo”.
Em compensação, se o cortisol estivesse muito alto, o corpo já começaria a desligar os sistemas vitais, começando pelos menos importantes. Que acha desta piração?”
Não demorou muito para a IA surgir com esta crônica (claro, depois de fazer mil perguntas impertinentes.). Acho que ficou bem legal. Mas lembrando de que a autoria é do ChatGPT, OK?. Lêaí.
Manual Provisório de Justiça Biológica
Ele começou com um pedido de desculpas que já denunciava o contrário: “talvez seja egoísmo”. Não era. Era, como quase todas as boas ideias impraticáveis, uma tentativa sincera de melhorar o mundo.
A proposta era elegante: ninguém deveria morrer quando está feliz. O corpo, finalmente organizado, passaria a respeitar o momento. Detectaria níveis elevados de alegria — esses coquetéis internos de bem-estar — e concluiria, com bom senso: “melhor não mexer nisso agora”.
Seria o fim das interrupções indevidas. Nada de finais dramáticos em meio a jantares agradáveis ou risadas bem encaixadas. A biologia, promovida a bom senso, aprenderia a esperar.
Havia, claro, o outro lado. Quando a vida apertasse demais, quando o sujeito estivesse claramente perdendo o jogo, o organismo poderia, com a mesma elegância, começar a fechar a conta. Nada brusco. Um desligamento progressivo, quase administrativo.
Parecia justo. Mas ele mesmo percebeu um detalhe incômodo: isso eliminaria justamente quem ainda poderia melhorar. Ajustou a regra.
Nova versão: entre duas pessoas da mesma idade, partiria primeiro a menos feliz.
Agora sim, um critério comparativo. Quase um ranking existencial. A morte, finalmente, com algum senso de prioridade.
O problema — eu disse, talvez estragando um pouco a proposta — é que a felicidade não colabora. Não se deixa medir com precisão, não respeita escalas, não preenche formulários. É instável, contraditória e, em muitos casos, discretamente escondida.
Em outras palavras: péssima candidata a critério técnico.
Além disso, ela muda de ideia. Pessoas atravessam longos períodos sem grande entusiasmo e, sem aviso prévio, encontram algo que reorganiza tudo. Um amor, por exemplo. Desses que chegam atrasados, fora de contexto e, por isso mesmo, no momento exato.
Foi aí que a teoria perdeu um pouco da força — e ganhou alguma verdade.
“Estou vivendo um novo romance”, ele disse. “Está bom demais.”
O curioso é que, diante dessa frase, toda a engenharia anterior ficou parecendo desnecessária. Não porque estivesse errada, mas porque ficou pequena.
Talvez a gente invente esses sistemas não para aplicá-los, mas para proteger alguma coisa. Uma vontade de que o que é bom dure, de que o que faz sentido não seja interrompido no meio.
A vida não promete isso. Nunca prometeu.
Mas, ainda assim, de vez em quando, ela permite.
Permite que algo comece quando já não se esperava.
Permite que alguém se surpreenda com a própria felicidade.
Permite que exista, mesmo que por um tempo incerto, esse estado raro e simples de dizer:
“está bom demais”.
E talvez, no fim, isso não seja justiça.
Mas já é, de algum modo, um cuidado.
Apesar de ter gostado muito da crônica, fiquei intrigado com o título dado pela IA e perguntei: “Por que você escolheu este título para essa crônica?” E esta foi a resposta:
Boa pergunta — e ela entra no espírito da própria crônica.
Sobre o título: “Manual Provisório de Justiça Biológica”
Ele tem três camadas de ironia:
“Manual” sugere algo técnico, organizado, quase científico — como se fosse possível normatizar a vida, criar regras claras para nascer e morrer. Isso contrasta com o caos real da existência.
“Justiça” aponta diretamente para a sua ideia original: corrigir uma “injustiça” da vida (morrer quando está feliz, ou preservar quem está melhor). É uma tentativa humana de impor sentido onde não há critério moral claro.
“Provisório” quebra tudo isso com delicadeza. É como se o próprio texto admitisse: “olha, isso aqui é bonito, mas não vai funcionar — e tudo bem”.
A vida não aceita versão final de manual.
O título, então, já prepara o leitor para uma proposta que é ao mesmo tempo séria e meio fadada ao fracasso — mas um fracasso elegante.
Ainda com vontade
de fazer nada, resolvi imitar uma característica irritante do ChatGPT, que é sempre fazer novas perguntas e comentários após sua próprias
ponderações e explicações. Por isso, dei a “estocada” final com esta
pergunta: “Poderia explicar melhor o final desta crônica?”
E a danada da IA respondeu assim:
Vou destrinchar as últimas ideias.
1. “Talvez a gente invente esses sistemas não para aplicá-los, mas para proteger alguma coisa.”
Aqui a crônica revela o motivo real da ideia do “design ideal”.
Não é engenharia da vida. É um gesto de proteção.
Quando alguém está vivendo algo muito bom — como um amor que chegou num momento inesperado — nasce um impulso quase automático:
“isso não podia acabar agora.”
Então a mente tenta criar regras para o universo.
É uma forma de defender o momento.
2. “A vida não promete isso. Nunca prometeu. / Mas, ainda assim, de vez em quando, ela permite.”
Esse é o ponto de virada emocional do texto.
Ele reconhece duas coisas ao mesmo tempo:
a vida não garante justiça emocional
mas ela também não impede que coisas boas aconteçam
Ou seja: o mundo não foi feito para preservar a felicidade…
mas curiosamente ela aparece mesmo assim.
Isso cria uma sensação de milagre cotidiano, sem chamar de milagre.
3. A repetição de “Permite…”
Essa parte é importante no ritmo e no sentido.
Ela transforma o final numa espécie de respiração calma, quase contemplativa.
Cada linha amplia um pouco a ideia:
algo pode começar tarde
alguém pode se surpreender com a própria felicidade
e, finalmente, alguém pode dizer algo simples
Essa progressão aproxima o leitor do momento humano que originou a crônica.
4. A última frase:
“E talvez, no fim, isso não seja justiça. Mas já é, de algum modo, um cuidado.”
Essa é a chave do final.
No começo da crônica, a preocupação era justiça (um sistema que decidiria quem vive mais).
Mas no fim, o texto percebe que talvez a vida não funcione com justiça — pelo menos não nesse sentido.
Então surge outra palavra mais suave: cuidado.
Não um cuidado planejado, técnico ou garantido.
Mas aquele tipo de cuidado que a gente sente quando algo bom aparece no momento certo, mesmo sem explicação.
É quase como se o texto dissesse:
Talvez o mundo não seja justo.
Mas às vezes ele é gentil.
E essa mudança — de justiça para gentileza da vida — é o verdadeiro fechamento da crônica.
Que mais eu poderia sentir além de inveja por tudo o que o ChatGPT criou em poucos minutos?
E a danada da IA respondeu assim:
Vou destrinchar as últimas ideias.
1. “Talvez a gente invente esses sistemas não para aplicá-los, mas para proteger alguma coisa.”
Aqui a crônica revela o motivo real da ideia do “design ideal”.
Não é engenharia da vida. É um gesto de proteção.
Quando alguém está vivendo algo muito bom — como um amor que chegou num momento inesperado — nasce um impulso quase automático:
“isso não podia acabar agora.”
Então a mente tenta criar regras para o universo.
É uma forma de defender o momento.
2. “A vida não promete isso. Nunca prometeu. / Mas, ainda assim, de vez em quando, ela permite.”
Esse é o ponto de virada emocional do texto.
Ele reconhece duas coisas ao mesmo tempo:
a vida não garante justiça emocional
mas ela também não impede que coisas boas aconteçam
Ou seja: o mundo não foi feito para preservar a felicidade…
mas curiosamente ela aparece mesmo assim.
Isso cria uma sensação de milagre cotidiano, sem chamar de milagre.
3. A repetição de “Permite…”
Essa parte é importante no ritmo e no sentido.
Ela transforma o final numa espécie de respiração calma, quase contemplativa.
Cada linha amplia um pouco a ideia:
algo pode começar tarde
alguém pode se surpreender com a própria felicidade
e, finalmente, alguém pode dizer algo simples
Essa progressão aproxima o leitor do momento humano que originou a crônica.
4. A última frase:
“E talvez, no fim, isso não seja justiça. Mas já é, de algum modo, um cuidado.”
Essa é a chave do final.
No começo da crônica, a preocupação era justiça (um sistema que decidiria quem vive mais).
Mas no fim, o texto percebe que talvez a vida não funcione com justiça — pelo menos não nesse sentido.
Então surge outra palavra mais suave: cuidado.
Não um cuidado planejado, técnico ou garantido.
Mas aquele tipo de cuidado que a gente sente quando algo bom aparece no momento certo, mesmo sem explicação.
É quase como se o texto dissesse:
Talvez o mundo não seja justo.
Mas às vezes ele é gentil.
E essa mudança — de justiça para gentileza da vida — é o verdadeiro fechamento da crônica.
Que mais eu poderia sentir além de inveja por tudo o que o ChatGPT criou em poucos minutos?
sábado, 21 de março de 2026
TIVE SIM - LUIZ MELODIA
Luiz Melodia foi um compositor
que me cativou logo de início, quando ouvi a Gal Costa cantar “Pérola Negra” (“tente passar pelo que estou
passando”), de sua autoria. Depois vieram “Juventude Transviada”, "Estácio, Holly Estácio" (“se alguém
quer matar-me de amor que me mate no Estácio”) e outras que fogem do tema
deste post, porque ele era um cantor fabuloso, com uma voz anasalada que punha
no chinelo gente como o Cazuza ou Diogo Nogueira.
Infelizmente, faleceu vítima
de câncer (doença filha da puta!) em 2017. Mas deixou uma interpretação ao vivo
da música “Tive Sim” que é
espetacular (desculpe, Diogo Nogueira, você pode ter pegado a deliciosa Paola
Oliveira, mas como intérprete não chega aos pés nem de seu pai João Nogueira
nem do Luiz Melodia).
Para provar isso (embora não seja essa a intenção) vejam
e escutem esta maravilha composta pelo genial Cartola. A propósito, o vídeo erra o autor, ao atribuir a música ao Zeca Pagodinho (faltou cultura inútil a quem deu esse vacilo!). Segura aí.
sexta-feira, 20 de março de 2026
TÔ ERRADO?
Se eu soubesse que vc iria me tratar dessa forma após casar eu que não queria casar
Eu te trato como todo homem macho alfa trata sua esposa
Com amor, carinho, atenção e autoridade de Macho alfa provedor e fêmea beta obediente e submissa
Como toda mulher casada deve ser.
- Lugar de mulher é em casa cuidando do marido e não na rua caçando assunto
- Rua é lugar de mulher solteira a procura de macho.
- Se você quer ter liberdade, não fique casada
- são as minhas regras e do meu jeito.
Hoje é inegável - e positivo - o fato das mulheres estarem ocupando espaços antes reservados quase exclusivamente aos bigodudos:
policiais, delegadas, juízas, promotoras, CEOs, ministras e até presidente da
República. E talvez seja justamente isso que alguns não conseguem aceitar:
perder o controle que acreditavam ter sobre a vida de outra pessoa ou sentir-se
inferiorizados pela competência feminina.
quarta-feira, 18 de março de 2026
JÁ COMEU CAVIAR?
Sou um ignorante, um caipira. Eu ignoro tantas coisas, tantos assuntos, que me atrevo a dizer que sou um sujeito com pós-doutorado em ignorância. Apesar disso, tenho a mania de dar palpite em tudo, com especial ênfase nos assuntos de que não entendo porra nenhuma. E é com essa visão sócio-antropológica que resolvi falar hoje de “demeritocracia”, um neologismo jotabélico que explico melhor no final deste post.
Assinar:
Comentários (Atom)
MAIS UM NA MULTIDÃO - ERASMO CARLOS E MARISA MONTE
Hoje, enquanto estava dirigindo, vi um backbus da Unimed, uma frase estampada no vidro traseiro do ônibus que estava à minha frente. Esta er...
-
No meio da pandemia, assistindo televisão com minha mulher, ouvi um ator inglês dizer as palavras mágicas “Soneto 116 de Shakespeare”. Creio...
-
A reverência hoje é para Millôr Fernandes, que faz parte da Santíssima Trindade do Humor no Brasil. Os outros dois podem ser qualque...
-
Algum tempo atrás, quando ainda trabalhava, recebi um e-mail que continha no final, depois da identificação do remetente, uma frase dramát...