Tenho mantido em banho-maria os escassos
comentários feitos pelos dois leitores que se animam a fazê-los por estes
motivos: a maioria absoluta dos textos que tenho penosamente publicado ou são
esboços escritos há mais tempo, em momentos onde não me sentia tão esgotado
física e mentalmente ou brincadeiras com o "Chato
do GPT". Alguns textos melhorzinhos são publicados por já existirem no
meu computador.
Sinceramente, tem sido muito difícil manter o
equilíbrio emocional. E, para ser franco, estou sem nenhuma vontade de
responder comentários no Blogson ou de comentar qualquer coisa nos blogs desse
pessoal. Quero mais é ficar quieto e, se possível, dormindo sonos de uma hora
de duração.
Além do mais fica o registro: de que adiantam
15 seguidores registrados se apenas dois dão as caras por aqui? Já me acostumei
com a falta de comentários, mas fico puto por não ter visualizações coerentes
com a quantidade de seguidores, pois o desejo legítimo de um escritor é ser
lido. Eu não sou um escritor, não é essa a minha profissão, meu mister
(gostou?), mas gosto de ver as estatísticas indicando visualizações mais
expressivas desse ou daquele post. Dá trabalho escrever, porra!
Por isso é que o antigo lema do Blogson era “o blog da solidão ampliada”. Hoje,
depois de ter comido toda a carne e roído os ossos o que eu quero é sobremesa (dessert). Por isso o novo lema é “a voz que clama pelo dessert”, pois
posso não ser o João Batista bíblico, mas sempre serei o J. B.
Para terminar, deixo claro que mesmo não
seguindo ninguém estou sempre bisbilhotando os blogs alheios, mas agora sem
nenhuma vontade de comentar porra nenhuma. E
definitivamente não forneço meu e-mail ou zap para ninguém. Afora isso, a moderação dos comentários
continua.
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