Esta série de vinte "deZénhos" (obrigado outra vez, Gabriel) começou com uma frase cheia de tédio (Nada para fazer...) dita na mais absoluta escuridão e termina com a mesma frase, dita agora pela "criatura". Não mudou nada, pois as piadas foram sempre ruins e a quantidade de visualizações um fracasso retumbante. Fazer o que, não é mesmo? Talvez meu falecido amigo Digão dissesse que (tal como os anteriores) o desenho de hoje "é o fim da picada"! Ou, apenas, o fim.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
NÃO SEI O QUE ACONTECE
Não sei o que acontece comigo Se é sonho, delírio ou castigo Pois fico inquieto, insone Sentindo o tipo de gula Que mata um faminto de fom...
-
No meio da pandemia, assistindo televisão com minha mulher, ouvi um ator inglês dizer as palavras mágicas “Soneto 116 de Shakespeare”. Creio...
-
A reverência hoje é para Millôr Fernandes, que faz parte da Santíssima Trindade do Humor no Brasil. Os outros dois podem ser qualque...
-
Como sabem as pessoas que acessam este blog, minha mulher morreu em consequência de um câncer no fígado, descoberto quando já tinha surgid...

Nenhum comentário:
Postar um comentário