Este post e os próximos onze servem para atender ao pedido de um curioso e recente amigo virtual. “Curioso” não no sentido de bisbilhoteiro, mas no de singular, pois sabe lá Deus porque, descobriu que eu estava alimentando o Lingüiça com os casos e lembranças da fase profissional da minha vida, mais precisamente com as histórias do “Digão”, apelido falso que arrumei para designar meu amigo Pintão. Em um dos comentários que fez, meu amigo virtual disse que gostaria de ver postado um texto sobre o filósofo Baruch Spinoza que meu amigo Pintão teve a paciência de copiar (à mão!), só por eu ter manifestado a vontade de entender o que Einstein quis dizer com a frase “eu acredito no Deus de Spinoza”. Dizem que gentileza gera gentileza, por isso resolvi imitar a gentileza de meu amigo Pintão atendendo ao pedido de um amigo virtual, conhecido nas rodas boêmias como Scant. Olhai, prezado, seu desejo está sendo atendido (só não tive saco de digitar as páginas manuscritas).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
VOCÊ CONHECIA ESTA HISTÓRIA?
Vamos começar pelo básico: Carlos Drummond de Andrade ( 1902–1987) foi um dos maiores poetas, cronistas e escritores do Brasil, sendo fig...
-
Se eu conversasse com Deus Iria lhe perguntar: Por que é que sofremos tanto Quando viemos pra cá? Que dívida é essa Que a gente tem que mo...
-
No meio da pandemia, assistindo televisão com minha mulher, ouvi um ator inglês dizer as palavras mágicas “Soneto 116 de Shakespeare”. Creio...
-
Por questões de "foro íntimo", resolvi mover esta postagem de 2024 para hoje. Tanta coisa aconteceu desde então! E a música é li...

Nenhum comentário:
Postar um comentário