quinta-feira, 11 de junho de 2020

ÔZÉ!


Embora não possa saber se essa é uma afirmação verdadeira, já ouvi dizer que “de boas intenções o inferno está cheio”. Para ser sincero, não tenho a menor vontade de verificar se isso é ou não real. Talvez, daqui a uns trinta anos eu possa pensar no assunto.

Mas por que entrei nessa conversa torta? Para dizer que meus movimentos mais recentes, apesar de bem intencionados, resultaram em uma puta cagada. E não estou me referindo a peristaltismo intestinal! “Cagada”, neste caso, significa vacilo, imprudência, imprevidência.

E tudo começou ao tentar aliviar o trabalho de meu amigo Ozy, furyosamente empenhado em produzir um ícone para identificar os textos deste seu criado. Fez algumas tentativas e experiências, enviou-me os resultados, alterou, propôs, revisou, um trabalhão do caralho. E eu lá, só negaceando, enchendo o saco - e conseguindo fazer dois posts sobre o assunto. Dois não, pois este já é o quarto. É verdade!

Enquanto ele ainda não tinha batido o martelo (não, ele não é o Thor nem o Azarão), tive a brilhante ideia (brilhante para um jerico, obviamente) de mandar uma mensagem para ele na forma de comentário em um antigo post de seu blog. E o ridículo é que a mensagem lembrava aquela usada em filmes cômicos de espionagem: “esta mensagem se autodestruirá em 20 segundos”. Mas qual era essa mensagem? Este primor de retardamento mental:

Ozy, sem forçar a barra, vou te dar um "presente". Mas você tem que ser rápido, pois vou apagar em seguida. Às 00:02 do dia 11/06 vou postar meu retrato real ao qual acrescentei máscara de pandemia e óculos escuros. Talvez possa ser uma opção para você avaliar. Mas 3 minutos depois eu vou apagar.

Que bonito, não? Além de ter de ficar acordado até aquela hora ainda tentei forçar meu amigo a fazer o mesmo, pouco me importando se poderia ou estaria disposto. A ideia era ser rápido o suficiente para não chamar a atenção de ninguém, pois não queria passar a imagem de presunção ou vaidade exacerbada – mesmo que eu tenha tudo isso em doses over ou - overdoses. Eu acreditava que assim fazendo ninguém contaria com minha astúcia. Mas não contava com a astúcia de outros leitores. Um deles não só viu como copiou a imagem que meu amigo Ozy deveria copiar (quase o ouço dizer “isso, isso, isso!” ao ver o merda do retrato).

Diante disso, já que o dique do anonimato e da discrição foi definitivamente rompido, resolvi postar (como tive vontade de escrever “bostar”!) o retrato novamente, mas agora de forma pública, não pudica (nem púbica, naturalmente), mesmo sabendo de sua inutilidade, pois agora já tenho um avatar, de quem até desconfio saber o nome. Talvez seja Logan. Mas isso é outra história. E em homenagem aos esforços de meu obcecado amigo Ozy, o nome deste post será o mesmo do que foi explodido após três minutos. Olhaí o Jotabesta.




CARTA MAGMA

Estou pensando em promulgar uma Constituição do blog. Mas que ninguém espere ler 258 artigos e mais trocentos incisos. Eu sou basicamente um sujeito prático e muito pouco prolixo (nunca nada além de dez mil palavras!). A ideia é transformar as máximas e mínimas (obrigado, Barão de Itararé!) informais que acabaram virando cláusulas pétreas do blog.

O rascunho da Carta Magma já está pronto. Antes que ninguém pergunte se digitei errado a palavra “magna”, esclareço que o correto é “magma” mesmo, pela força vulcânica que brota de seus artigos tão demoradamente refletidos e formulados (2 minutos para cada um).

Ao começar a rascunhá-la achei que seria bom transformar em artigos da nova Carta os princípios estabelecidos ainda na sala de parto do blog, princípios de indiscutível valor (i)moral. Então, vamos lá.

Artigo Primeiro – Dos princípios basilares: Este blog será sempre regido por três princípios inabaláveis: o número 1, a letra A e a data de nascimento do blogueiro. O resto? Bom, o resto a gente negocia.

Artigo Segundo - Da missão: este blog não tem nenhuma missão a cumprir ou executar, pois o blogueiro nunca teve vocação para super-herói. Aliás, ele está mais é para anti-herói. Além disso, sendo católico à moda antiga, entendemos (plural majestático) que missão só pega bem durante as celebrações da Semana Santa e Natal.

Artigo Terceiro – Da visão: em virtude da idade, a "gente temos" presbiopia (vista cansada, para os íntimos) – 5 graus na vista direita e 1,5 na esquerda. Esses graus precisam ser reavaliados esporadicamente.

Artigo Quarto – Dos valores: não aceitamos propinas com valor inferior a dois reais.

Artigo Quinto - Na eventualidade de serem feitos comentários sobre algum texto publicado no Blogson, a regra a ser cumprida é esta: Resposta grande vira post.

Artigo Cesto – Neste artigo cabe um balaio de intenções que podem assim ser resumidas: somos (plural majestático de novo) radicalmente contra qualquer tipo de radicalismo, preconceito e valores fundamentalistas expressos em palavras terminadas com “ismo”. Isso também vale para “solipsismo” e “catabolismo”, principalmente por não termos a menor ideia do que isso significa.

Revoguem-se as disposições em contrário, especialmente aquelas que nunca foram estabelecidas.



quarta-feira, 10 de junho de 2020

A MAIOR REALIZAÇÃO?


“Eu sou um pobre homem do caminho novo das minas dos matos gerais”. Com esta magnífica frase Pedro Nava deu partida a “Baú de Ossos”, o primeiro dos sete sensacionais livros de memória que escreveu (o sétimo, infelizmente, não foi concluído, pois o autor suicidou-se antes de terminá-lo).

O motivo de ter começado este post com uma citação deve-se ao fato de, talvez pela primeira vez, ter feito uma reflexão sincera e serena sobre mim. Sou um pobre homem medíocre que acabou de fazer setenta anos em plena pandemia, o que não é definitivamente um bom negócio.

Mas, por que medíocre? Essa conclusão eu tomei emprestada de meu querido amigo Pintão. Um dia, enquanto conversávamos, eu me classifiquei como uma pessoa mediana, ao que ele ironicamente retrucou, dizendo que eu era medíocre. Fiquei puto, reclamei e ele esclareceu que medíocre significa exatamente isso (apenas com um pouquinho a mais de tempero): de qualidade média, comum, mediano.

E é isso o que realmente sou – medíocre. As pessoas famosas o são ou por terem feito coisas notáveis ou por serem filhos de famosos. Não sou filho de famosos e nunca fiz nada de notável, nunca me destaquei em nada e, mesmo sendo reconhecidamente inteligente (não tenho problema com falsa modéstia), não sou gênio e, pior, nunca soube ou quis aproveitar a herança genética recebida de dona Lia  e de seu Amynthas.

Formado em engenharia, sempre quis ser economista ou psicólogo. Recém-formado, sonhei em montar uma empresa construtora, mas o medo de submeter minha mulher e filhos a privações paralisou meu sonho. Nunca fui engenheiro calculista (a nata da engenharia) nem tocador de obras (a nata dos assalariados). Fui ao longo da vida um burocrata, um engenheiro de escritório que delirava ao fazer contas e mais contas para a empresa participar de licitações (fraudadas ou não). Então, fui apenas um engenheiro inseguro de seus conhecimentos (que foram sendo desatualizados com o passar do tempo). Que descobriu tardiamente ser muito bem avaliado mas não necessária e adequadamente pago pelo desempenho.

O blog nem tinha ainda nascido quando fiz essa avaliação "literária" de mim mesmo (que considero bastante realista): Às vezes sinto-me como se fosse o resultado de um projeto ambicioso que não deu certo, seja por defeito de concepção, seja por erro de dimensionamento, talvez pela má qualidade dos materiais empregados, por falhas no processo produtivo ou, até mesmo, por vícios de utilização.

Refletindo sobre isso, fiquei pensando o que, afinal, poderia definir como minha maior e melhor realização? A melhor parte de minha vida é preenchida por minha mulher, nossos filhos, filhas (do coração) e netinhas. Mas eles não são produtos! E, ainda que fossem, a responsabilidade maior pelas pessoas incríveis que são é de minha mulher, pois eu fui um pai ausente, mais preocupado em tentar manter-me nos empregos que tive.

Então, o que restou? Fiquei pasmo ao me dar conta de que minha maior realização foi a criação do Blogson Crusoe, ou melhor, as quase duas mil  postagens feitas nos seis anos de sua existência. E se isso for um parâmetro para medir significância, então sim, sou uma pessoa definitivamente medíocre. Mas, sinceramente, fiquei feliz por chegar a essa conclusão. Talvez agora não me enfureça ou me decepcione mais quando ninguém comenta nada sobre o que publico. Se sou eu que estou em cada exclamação, em cada ponto, em cada vírgula (e como eu as utilizo!) dos textos e imagens que criei, então basta que eu saiba que cada uma delas faz parte da minha maior criação. Patético, não?

terça-feira, 9 de junho de 2020

EMUGIDO

Meu amigo virtual Ozymandias Realista é um dos exemplos mais acabados de brasileiro que conheço, pois parece não desistir nunca. Pensando bem, “acabado” nesta história sou eu, um ancião decrépito. Mas, voltando ao início, meu amigo Ozy confidenciou-me publicamente estar com Photoshop aberto, uma mesa digitalizadora à minha esquerda esperando ser tirada de uma caixa, e esse desenho e uma foto do ator que mencionou”. O motivo é sua intenção de criar um ícone ou emoji para me identificar quando ele resolver publicar alguma coisa de minha autoria em seu blog.

Obviamente fico envaidecido com essa atitude, mas preocupa-me o resultado que obterá, pois sou avesso a divulgar meu retrato - embora adore dar pistas sobre meu perfil helênico. Em 2019, mais precisamente no dia 02 de outubro, dediquei o post “Retrato Mal Falado” a dar todas as dicas possíveis para ele produzir esse emoji. Parece que faltava a mesa digitalizadora ou saco para ficar traduzindo o que eu disse.

Desta vez será diferente (embora renda novo post). Juntei todos os legos que fui deixando cair no blog e vou apresentá-los de forma mais didática. Algum leitor mais sensato poderá perguntar o motivo dessa vaidade exacerbada. Um dos meus filhos disse que à medida que envelhecemos o superego vai ficando mais e mais relaxado. Eu prefiro nem pensar no relaxamento do meu, pois tenho estado tão sem noção que se bobear ainda farei um post sobre meus movimentos intestinais. Enquanto isso ainda não acontece, tentarei exibir o quebra cabeça, esperando que o Ozy consiga captar minha cara de vaca. Se conseguir, sugiro dar ao meu ícone o nome de emugido (para combinar!). E agora, vamos trabalhar. As imagens abaixo têm as seguintes explicações:

Primeira imagem: desenho feito quando eu tinha uns 20 anos, olhando-me no espelho. Demorou uns 5 dias para ser feita;

Segunda imagem: desenho feito com figuras geométricas do Word (comando "inserir formas"). Embora tenha ficado com um jeitão de robocop gay, as formas foram sendo aplicadas sobre uma foto recente;

Terceira imagem: mesmo processo da segunda imagem, apenas usando a opção "rabisco" (eu não tenho mesa digitalizadora, sabe?). A mão tremeu um pouquinho, o risco fica uma merda. Está bem próximo da foto utilizada;

Quarta imagem: desenho baseado no perfil atual real apresentado na quinta imagem;

Quinta imagem: perfil atual colado de uma foto tirada com celular (triste, mas verdadeiro). Atentar para as formas aerodinâmicas (sem queixo e testa muito inclinada que ficou visível quando os cabelos começaram a cair). Coeficiente de penetração aerodinâmica baixíssimo);

Sexta imagem: silhueta feita a partir do escurecimento de um retrato tirado quando ainda estava com barba;

Sétima, oitava e nona imagens: personalidades que alguns conhecidos disseram parecer comigo (já viu que o significado de "semelhança" é muito elástico, não?). Mas em que se parecem comigo?

Sétima imagem: ator Gene Wilder - cabelos quase totalmente brancos, sem queixo e nariz adunco. Recuso-me a aceitar qualquer outra semelhança;

Oitava imagem: ator Bryan Brown - testa bem parecida, nariz adunco e sem queixo. Se eu tivesse mais semelhanças com esse ator poderia comer a mulher que quisesse;

Nona imagem: ex-político de BH João Pinto Ribeiro - testa grande, nariz adunco e sem queixo. Vinte anos atrás (provável idade da foto) até eu me achava parecido com sua foto espalhada em cartazes pela cidade. Hoje, não faço nem ideia como está.

Agora, meu caro Ozy, a batata quente está na sua mão. Ou melhor, seu cronômetro está correndo.





segunda-feira, 8 de junho de 2020

BUSCANDO A MINHA "ETERNIDADE"

O nome originalmente escolhido para este post era "Auditoria", mais condizente com seu conteúdo. Entretanto, ao responder a um comentário recentemente feito pelo Marreta, sobre isolamento social e efeito rebanho, escrevi que busco a minha "eternidade". Fiquei com essa expressão na cabeça e resolvi transformá-la no título de hoje.  Algum motivo específico, sentido oculto, mensagem subliminar? Nada disso, apenas gostei da expressão e resolvi guardá-la onde conseguiria vê-la de novo. Coisa de gente doida, claro.

Eu sou um sujeito que explica. Se me perguntarem o motivo disso, direi não saber. Mas explicarei por que não sei. Por que estou tentando enrolar o leitor? Para fazer a prometida auditoria do Blogson, oras!

Antes ainda de sua criação, eu mandava e-mails de forma compulsiva para um grupinho de pessoas (não vou repetir essa história!). Às vésperas do nascimento do blog comecei a copiar para o Word os mais de duzentos e-mails com que tinha bombardeado filhos e amigos e que consegui resgatar. Como havia uma multiplicidade de assuntos e estados de espírito envolvidos, resolvi dividi-los em cinco categorias:

Diálogos de spamtar
Esse minino é um spamto!
Falando sério
Memória
Papo cabeça

Imediatamente após a criação do Blogson já tinha imaginado uma estrutura de arquivamento bem mais detalhada. As cinco “seções” (ou  marcadores) foram transformadas em nove e o nome “Esse minino é um spamto” foi trocado para “Sem noção”. Hoje, seis anos depois, as nove foram retalhadas em dezessete. Haja inflação! E o pior é que essa pulverização virou uma zona, pois às vezes nem sei em qual das dezessete devo indexar um post. Por isso, um mesmo texto pode ser encontrado em três ou mais "seções", provocando uma distorção em relação à quantidade real de posts.

Neste momento, entre já publicados e programados, o blog abriga 1.897 posts. A múltipla indexação faz com que esse número chegue a 2.520, conforme tabela a seguir (creio ter ouvido alguém roncando!):



Mas tem mais (o sofrimento nunca acaba de uma vez!): estou preparando listas de links dos posts “mais mais” para concluir a auditoria. Quem se interessará por isso? Creio que só Jotabê, bibliotecário dessa blogoteca que é o Blogson.


domingo, 7 de junho de 2020

FELIZ ANIVERSÁRIO!


Minha sogra teve nove filhos. Com exceção do mais novo, minha mulher e sete de seus irmãos nasceram em casa, com a ajuda de parteira (heroína!). Um de meus cunhados nasceu um dia antes ou depois do aniversário de seu pai. Pela proximidade das datas e talvez pelo fato de ter nascido em casa, meu sogro não teve cerimônia, registrou que o filho tinha nascido no mesmo dia que ele e fim de papo.

Quando meu filho mais velho resolveu criar um blog para mim, já era o dia 08 de junho de 2014. Por espírito de imitação e absoluta falta de vergonha na cara, também não tive dúvida. Ao fazer a primeira postagem, lasquei a data do dia anterior, dia do meu aniversário. Que coincidentemente é hoje (já estou até escutando alguém cantar parabéns para você para mim. Mas sem essa de “Jotabê, eu vou comer seu bolo!” Vai porra nenhuma, que eu não sou dado a essas saliências!).

Pois bem, naquela época ninguém notou, ninguém reclamou da fraude, pois ainda não existiam o Marreta do Azarão, nem o inesquecível, saudoso e hilariante Elemento Jota, ou Lord Wilmore, nem o Marujo Simbad e muito menos o Ozymandias Realista, o Scant, o silencioso e discreto Rocket e, mais recentemente, o erudito GRF.

Para registro e reconhecimento agradecido, preciso dizer que o primeiro comentário de um "estrangeiro" foi feito pelo Marreta e publicado no blog da solidão ampliada no dia 30/09/2014, pouco mais de três meses após o parto do Blogson. Antes dele, só parentes e raríssimos amigos comentaram alguma coisa.

Graças ao exemplo de meu amigo virtual Scant e como comemoração de aniversário, resolvi fazer um relatório de auditoria, um balanço das atividades do blog ao longo desses seis anos. Claro que ninguém terá saco de ler, mas a coisa não para por aí.

No ano de criação do blog eu estava completando 64 primaveras (ah, que mimoso!) e cheguei até a fazer uma paródia da música “When I’m Sixty Four”, dos Beatles. Mesmo não sabendo nada de inglês, apenas guiei-me pela letra original, tentando trazer o futuro para o presente. Talvez por ter na época um pouco mais de vergonha na cara, não a publiquei. Agora, em plena pandemia, seis anos mais velho (setenta!!!), resolvi brindar meus 5,6 leitores com essa obra (custei a obrar!) já tão antiga e fora de contexto. Recomendo tomar Plasil antes de ler. Som na caixa!

Well, I am older, losing my hair
And that's here and now!
Could you still be sending me a Valentine
Birthday greetings, bottle of wine?
I never get out late quarter to ten
Could you lock the door?
Would you still need me, would you still feed me?
Cause I'm sixty-four

E agora, para fazer um brinde a mim mesmo (alguém tem de brindar!), tomarei um copo de leite com  Toddy (uma colher de sopa do achocolatado misturada em 300 ml de leite. Gelado, por favor!). Fui.

sábado, 6 de junho de 2020

É CAMPEÃO!


- É CAMPEÃO!

- ???

- É CAMPEÃO!

- Pára com isso, pô! Não sabia que você era torcedor tão fanático!

- É CAMPEÃO!

- Aliás, fanático e ridículo, pois só tem jogo antigo sendo reexibido na TV!

- E quem falou que eu estou ligando para futebol?

- Ué, fica gritando “É campeão” igual a um louco!

- Você é mesmo um alienado! O Brasil se tornou o epicentro mundial da Covid-19!

- É por isso que está se descabelando tanto?

- Precisamos comemorar! É CAMPEÃO! É CAMPEÃO!!!

- PÃÃÃÃÃÃÃTA QUE O PARIU!!!! 

TODAS AS CARTAS DE AMOR SÃO RIDÍCULAS - ÁLVARO DE CAMPOS

  Tenho publicado alguns (ou vários) poemas, onde celebro o amor que estou sentindo por uma menina que me revirou pelo avesso e explodiu min...