Não sei o que acontece comigo
Se é sonho, delírio ou castigo
Pois fico inquieto, insone
Sentindo o tipo de gula
Que mata um faminto de fome
Guardado dentro de mim
Bem chaveado, escondido
Que cria estar reprimido
Para sempre, sempre, amém
Nem jamais conceberia
Que um sonho, desejo antigo
Despertasse ainda em alguém
O desejo de estar comigo
O senhor anda bem inspirado
ResponderExcluirFicou legal, não ficou?
ExcluirE a música da Suno ficou bacana também (sexta versão).
Excluirjá dizia a canção que "o amor tem feito coisas que até mesmo Deus duvida..."
ResponderExcluirPois é...
ExcluirE mineiramente eu diria: "É bão"!
ExcluirO poema além de encantador inspira e revela que as vezes nossa vida é abençoada por pessoas tão especiais que nos tornamos felizes pô pelo fato de conhecê-las e ter a chance de viver o reencontro em toda sua plenitude.
ResponderExcluirDisse tudo! Obrigado pelo comentário. Sempre fico com a sensação de que te conheço. Estranho!
ExcluirGostei muito da intensidade deste poema. Tem aquele lado de desejo guardado em silêncio durante tanto tempo e depois a surpresa de perceber que afinal também existe do outro lado. Há sentimentos que podem ficar adormecidos, mas nunca desaparecem verdadeiramente.
ResponderExcluirBeijinho na alma,
Daniela Silva | Alma Leve
Obrigado pelo comentário, Daniela. A sua juventude o torna ainda mais especial, pela maturidade nele contida.
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