Tenho mantido em banho-maria os escassos
comentários feitos pelos dois leitores que se animam a fazê-los por estes
motivos: a maioria absoluta dos textos que tenho penosamente publicado ou são
esboços escritos há mais tempo, em momentos onde não me sentia tão esgotado
física e mentalmente ou brincadeiras com o "Chato
do GPT". Alguns textos melhorzinhos são publicados por já existirem no
meu computador.
Sinceramente, tem sido muito difícil manter o
equilíbrio emocional. E, para ser franco, estou sem nenhuma vontade de
responder comentários no Blogson ou de comentar qualquer coisa nos blogs desse
pessoal. Quero mais é ficar quieto e, se possível, dormindo sonos de uma hora
de duração.
Além do mais fica o registro: de que adiantam
15 seguidores registrados se apenas dois dão as caras por aqui? Já me acostumei
com a falta de comentários, mas fico puto por não ter visualizações coerentes
com a quantidade de seguidores, pois o desejo legítimo de um escritor é ser
lido. Eu não sou um escritor, não é essa a minha profissão, meu mister
(gostou?), mas gosto de ver as estatísticas indicando visualizações mais
expressivas desse ou daquele post. Dá trabalho escrever, porra!
Por isso é que o antigo lema do Blogson era “o blog da solidão ampliada”. Hoje,
depois de ter comido toda a carne e roído os ossos o que eu quero é sobremesa (dessert). Por isso o novo lema é “a voz que clama pelo dessert”, pois
posso não ser o João Batista bíblico, mas sempre serei o J. B.
Para terminar, deixo claro que mesmo não
seguindo ninguém estou sempre bisbilhotando os blogs alheios, mas agora sem
nenhuma vontade de comentar porra nenhuma. E
definitivamente não forneço meu e-mail ou zap para ninguém. Afora isso, a moderação dos comentários
continua.
terça-feira, 18 de julho de 2023
segunda-feira, 17 de julho de 2023
MEU CORAÇÃO É DO TAMANHO DE UM CACHORRO
Meu coração é do tamanho de um cachorro. Uma frase dita assim pode levar alguém a pensar que estou delirando. Mesmo que em tempos recentes e devido ao cansaço e impossibilidade de dormir eu tenha tido pensamentos delirantes, não estou delirando agora. Este título surgiu por causa de um cãozinho abandonado que vi ao passar de carro por uma rua deserta.
domingo, 16 de julho de 2023
PÚRPURA
Minha mulher amou o livro "O menino do dedo verde", mas nunca me interessei em ler a história, apesar de tê-lo aqui em casa. Depois de mais uma noite mal dormida tudo o que eu menos tenho hoje é paciência e lirismo. Por isso rascunhei este lixo abaixo, sem conseguir atingir a ironia que buscava. Se não estivesse tão triste e cansado talvez eu dissesse "Ficou ruim? Foda-se. Não gostaram? Fodam-se. Eu quero que o mundo todo se foda!" Mas o que eu desejo mesmo agora é só um sono reparador (que não terei).
O menino do dedo roxo
Não era o que parecia
Era doentio duende
Um dedo pintado de púrpura
Usado para escolher
A quem abater buscaria
Pois nisso se comprazia
Era esse seu mister
Sem valores morais a seguir
Tudo que ele tocava
Era doentio duende
Um dedo pintado de púrpura
A quem abater buscaria
Pois nisso se comprazia
Era esse seu mister
Tudo que ele tocava
Sem culpa ou vocação para mártir
Logo, logo fenecia
Mas se você me perguntar
Qual a moral e final dessa história
Não saberei te contar
Não ando bem de memória
Logo, logo fenecia
Qual a moral e final dessa história
Não saberei te contar
Não ando bem de memória
sábado, 15 de julho de 2023
A PANELA DE PRESSÃO CÔMICA
Puta que pariu! Esse ChatGPT é um estudante jubilado de jornalismo ou letras, pois não escreve nada que preste! Olha o pedido que fiz ao escrotão:
Antonio e Sebastião são velhos “amigos”?
Sem sacanagem,
olha o final do texto idiota:
“Antônio e
Sebastião desafiavam juntos as adversidades do dia a dia, com muito bom humor e
amor”.
"Amor”? “Sebastião”? Eu devia ter escrito IDOSA! Eu sou hetero, porra! E ainda
agradeci antecipadamente! Olha o lixão aí:
A
Panela de Pressão Cômica
Era uma vez um aposentado chamado Antônio, um sujeito pacato que havia decidido abraçar a nobre tarefa de cuidar de um idoso, seu velho amigo Sebastião. Embora não remunerado, Antônio levava seu trabalho a sério, como se fosse um autêntico trabalhador à moda antiga. Ele entendia que, mesmo sem um crachá ou contracheque, sua missão de cuidador exigia dedicação e comprometimento.
No entanto, com o passar do tempo, Antônio começou a sentir os efeitos do estresse extremo. As demandas constantes de Sebastião, que às vezes parecia ter uma lista interminável de reclamações e exigências, começaram a pesar sobre ele. Antônio percebeu que estava começando a exibir sintomas semelhantes aos da famosa síndrome de burnout.
Decidido a não deixar o estresse dominar sua vida, Antônio teve uma ideia brilhante. Ele pensou: "O riso é a melhor válvula de escape para a pressão acumulada, assim como uma panela de pressão precisa da sua válvula para evitar uma explosão." E assim, ele decidiu adotar uma estratégia incomum para enfrentar o desafio diário de ser cuidador.
Antônio transformou a rotina com Sebastião em uma verdadeira comédia. Ele passou a criar situações engraçadas e a contar piadas durante o dia todo. Quando Sebastião acordava de mau humor, Antônio o recebia com uma imitação exagerada de um personagem famoso, fazendo o velho rir mesmo contra a vontade.
Durante as refeições, Antônio se transformava em um chef atrapalhado, derrubando ingredientes e fazendo caretas engraçadas enquanto preparava os pratos. Ele inventava histórias mirabolantes para entreter Sebastião, que não resistia e soltava gargalhadas. Até mesmo a hora do banho se tornou uma festa, com Antônio fazendo dublagens engraçadas de personagens de desenhos animados enquanto ajudava seu amigo a se lavar.
Aquela casa, que antes era palco de tensões e preocupações, agora estava repleta de risadas contagiantes. Antônio descobriu que o poder do humor era capaz de aliviar as tensões e transformar o ambiente. Ele percebeu que não importava se era um trabalho remunerado ou não, o cuidado e a atenção que ele oferecia a Sebastião eram valiosos e mereciam ser vivenciados com alegria.
Com o tempo, Antônio notou que seus sintomas de "burnout à moda antiga" começaram a desaparecer. A panela de pressão cômica funcionava como uma válvula mágica, liberando o estresse e as preocupações acumuladas. Ele percebeu que, além de fazer bem a si mesmo, estava proporcionando momentos de felicidade genuína a seu amigo idoso.
E assim, Antônio seguiu seu caminho como o cuidador bem-humorado, mostrando que a vida pode ser mais leve e divertida mesmo em meio a situações desafiadoras. Ele provou que o riso é uma poderosa ferramenta de enfrentamento, capaz de transformar até mesmo as mais difíceis das tarefas em momentos de alegria.
E assim, a panela de pressão cômica continuou a funcionar, espalhando gargalhadas e dissipando o estresse, enquanto Antônio e Sebastião desafiavam juntos as adversidades do dia a dia, com muito bom humor e amor.
Era uma vez um aposentado chamado Antônio, um sujeito pacato que havia decidido abraçar a nobre tarefa de cuidar de um idoso, seu velho amigo Sebastião. Embora não remunerado, Antônio levava seu trabalho a sério, como se fosse um autêntico trabalhador à moda antiga. Ele entendia que, mesmo sem um crachá ou contracheque, sua missão de cuidador exigia dedicação e comprometimento.
No entanto, com o passar do tempo, Antônio começou a sentir os efeitos do estresse extremo. As demandas constantes de Sebastião, que às vezes parecia ter uma lista interminável de reclamações e exigências, começaram a pesar sobre ele. Antônio percebeu que estava começando a exibir sintomas semelhantes aos da famosa síndrome de burnout.
Decidido a não deixar o estresse dominar sua vida, Antônio teve uma ideia brilhante. Ele pensou: "O riso é a melhor válvula de escape para a pressão acumulada, assim como uma panela de pressão precisa da sua válvula para evitar uma explosão." E assim, ele decidiu adotar uma estratégia incomum para enfrentar o desafio diário de ser cuidador.
Antônio transformou a rotina com Sebastião em uma verdadeira comédia. Ele passou a criar situações engraçadas e a contar piadas durante o dia todo. Quando Sebastião acordava de mau humor, Antônio o recebia com uma imitação exagerada de um personagem famoso, fazendo o velho rir mesmo contra a vontade.
Durante as refeições, Antônio se transformava em um chef atrapalhado, derrubando ingredientes e fazendo caretas engraçadas enquanto preparava os pratos. Ele inventava histórias mirabolantes para entreter Sebastião, que não resistia e soltava gargalhadas. Até mesmo a hora do banho se tornou uma festa, com Antônio fazendo dublagens engraçadas de personagens de desenhos animados enquanto ajudava seu amigo a se lavar.
Aquela casa, que antes era palco de tensões e preocupações, agora estava repleta de risadas contagiantes. Antônio descobriu que o poder do humor era capaz de aliviar as tensões e transformar o ambiente. Ele percebeu que não importava se era um trabalho remunerado ou não, o cuidado e a atenção que ele oferecia a Sebastião eram valiosos e mereciam ser vivenciados com alegria.
Com o tempo, Antônio notou que seus sintomas de "burnout à moda antiga" começaram a desaparecer. A panela de pressão cômica funcionava como uma válvula mágica, liberando o estresse e as preocupações acumuladas. Ele percebeu que, além de fazer bem a si mesmo, estava proporcionando momentos de felicidade genuína a seu amigo idoso.
E assim, Antônio seguiu seu caminho como o cuidador bem-humorado, mostrando que a vida pode ser mais leve e divertida mesmo em meio a situações desafiadoras. Ele provou que o riso é uma poderosa ferramenta de enfrentamento, capaz de transformar até mesmo as mais difíceis das tarefas em momentos de alegria.
E assim, a panela de pressão cômica continuou a funcionar, espalhando gargalhadas e dissipando o estresse, enquanto Antônio e Sebastião desafiavam juntos as adversidades do dia a dia, com muito bom humor e amor.
quinta-feira, 13 de julho de 2023
SINA DE BURNOUT
Não faz muito tempo que eu ouvi a expressão “síndrome de burnout”. Passei meio batido, sem me preocupar com seu significado exato. Depois disso, graças ao stress absurdo vivido por minha mulher e, consequentemente por mim, fiquei pensando que estou próximo de um burnout. E aí fui procurar informações na mãe dos burros, que é a internet. E achei um texto que explica, blablabla, mas diz que é uma síndrome que acomete quem está trabalhando. Achei uma injustiça, mas depois raciocinei que também sou hoje um empregado, mesmo que sem remuneração, pois exerço as funções de “cuidador de idoso”, mais especificamente um cuidador em tempo integral de minha mulher, a quem amo sem medida. E aí resolvi divulgar o texto (mesmo sem saber mais onde o encontrei), pois parece que minha sina é ser burnout, mesmo sem saber o que essa merda significa. É morte súbita? AVC violento? Ataque cardíaco fulminante? Brochada irreversível? O que é afinal o "12º estágio"? Olhaí.
quarta-feira, 12 de julho de 2023
PESADELO POUCO É BOBAGEM
Um dia, lendo o livro Sapiens do Yuval Harari, descobri que várias espécies de humanos coexistiram com nossos antepassados pretensiosamente por nós denominados de Homo Sapiens Sapiens. Alguns inclusive fizeram um rala e rola com os de nossa espécie, caso dos Neandertais e denisovanos, que nos deixaram de herança alguns genes que não possuíamos. Mas existiram também os Homo Luzonensis, Naledi, Floresiensis e talvez outros que não consegui descobrir na internet.
segunda-feira, 10 de julho de 2023
DIAS MUNDIAIS DA PIZZA
Qual é a sua reação quando você lê que hoje, dia 10
de julho, é o “Dia Mundial da Pizza”?
Se você é um cara que acredita em qualquer bobagem que lhe dizem ou publicam na
internet, então certamente comemorará esta data pedindo uma pizza à moda
(que na maioria das vezes é entregue já fria e murcha).
Pois é, nós brasileiros somos pródigos em expressões
superlativas e vazias de significado. Dia
Internacional do Rock, por exemplo, só é comemorado no Brasil. Ou “Nunca antes na história deste país...”
Por isso, fico constrangido em dizer que não há só um
Dia Mundial ou Dia Internacional da Pizza. Lembrando a frase “Minas são muitas” de Guimarães Rosa, o
que há é quase uma overdose de datas comemorativas. Na Itália a data é
comemorada em 17 de janeiro, dia de Santo Antão, o protetor dos padeiros e
pizzaiolos.
Na Argentina e nos Estados Unidos a data é 09 de
fevereiro, na Terra de Santa Cruz é hoje, dia 10 de julho e imagino que em
outros países nem se comemore nada, pois têm coisas mais importantes com que se
preocupar, como o “Dia Mundial do Disco
Voador” (comemorado em 24 de junho) ou o dia do “English Cheese
Rolling”,
onde vários idiotas descem um morro correndo atrás de um queijo redondo de 4 kg
(feriado de primavera sem data fixa).
Então, o Dia Internacional da Pizza é mais ou
menos como uma pizza à moda: cada lugar escolhe os ingredientes (ou dias) para
tornar o sabor inesquecível.
Para finalizar, preciso confessar que este texto
tamanho “brotinho” ficou tão ruim,
mas tão ruim que só perde em ruindade para pizzas doces. Argh!!!!
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