Podem até me criticar por eu ser tão romântico assim
mas não consigo entender que me critiquem sem saber
o que há dentro de mim
que só pode ser encontrado quando se está apaixonado,
Que só as crianças possuem:
mais ainda de ser entendido.
Que a paixão foi reacesa e é limpa, pura, ardente,
Como a de um garoto adolescente.
lembrem rascunhos em cadernos escolares,
rimando sem pudor infantil com pueril
pois traduzem pensamentos imaturos –
mas encharcados de amor e desejo
Sem vergonha, sem ter pejo
De dizer, de falar, de gritar
seu nome, mas me contenho
Que pode não querer se ver exposta assim
Só por isso eu digo: “Jota Bebê”, eu te amo!
Com gosto, à vontade,
pois não me prendo à idade,
só ao que o coração mandar.
E que o
fascínio sempre sentido
Jamais vire desfascínio
E que esse amor siga vivo
Até onde eu puder aguentar
pois não me prendo à idade,
só ao que o coração mandar.
Jamais vire desfascínio
E que esse amor siga vivo
Até onde eu puder aguentar
Boa tarde:- O que seria da vida sem romantismo? Pelo menos seria muito mais pobre.
ResponderExcluirAmei ler o poema.
.
Saudações poéticas
.
Sem a menor dúvida, meu caro Ryk@rdo! E seu comentário é um enorme elogio para mim.
Excluir