Alguém já disse que
não há romantismo na vida real,
na vida que acreditamos ser real.
tentei viver
o romantismo escancarado,
ao que me pedia o coração
do que aos argumentos da razão.
por que aceitar
a aridez do dia a dia?
é sonhar,
viver a paixão,
no temido momento binário,
seja tão intensa
e alucinada
quanto as que vivi
na minha juventude.
e alucinada
quanto as que vivi
na minha juventude.
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