Alguém já disse que
não há romantismo na vida real,
na vida que acreditamos ser real.
tentei viver
o romantismo escancarado,
ao que me pedia o coração
do que aos argumentos da razão.
por que aceitar
a aridez do dia a dia?
é sonhar,
viver a paixão,
no temido momento binário,
seja tão intensa
e alucinada
quanto as que vivi
na minha juventude.
e alucinada
quanto as que vivi
na minha juventude.
Eu me pergunto se vale a pena.
ResponderExcluirChega um momento em que amar dá trabalho, leva à gatura e traz decepções. Tudo bem se está consciente. Mas, e se não estiver? Você, que já tem suas histórias de amor, está pronto para mais?
Eu já respondi a isso em um poema mais ou menos recente:
ExcluirO que me espera agora, não sei
Vivendo entre o céu e o inferno
Marisco entre o mar e o rochedo
Só sei que preciso tentar
Arriscar, me jogar sem medo
De doer, me machucar
Já sabendo que amar
Traz consigo um segredo
Pois se vive alternando
A inanição ou banquete
O paraíso ou degredo
Difícil tentar me manter
Calmo, tranquilo, sereno
Duro é tentar suportar
Conflito assim tão extremo
Oii! Lindo poema e eu AMEI o nome do blog.
ResponderExcluirNanascommonplace.blogspot.com
Oi, Nana! Você está sendo um sopro de (sobre)vida em um blog que eu já estava pensando em declarar extinto. Apareça mais!
ExcluirSou uma romântica por natureza no âmago do meu ser, ou do horóscopo, não sei ao certo. Embora, no momento, ande com muita preguiça do amor, mas existem várias formas de se manter enamorado na vida. Que escolhamos sempre uma delas.
ResponderExcluirBeijo, beijo!