Assisti no Instagram a um vídeo em que o poeta, cantor e compositor Jean Garfunkel declama seu excelente poema “A tal da democracia”. Copiei o link e espero que os leitores do blog consigam assisti-lo também – e, sobretudo, que curtam sua mensagem bem-humorada.
Por via das dúvidas, segue abaixo o texto
escrito.
ainda é o modo mais certo, ainda é o jeito mais justo.
todo o sistema é corrupto, toda economia é frágil –
os argumentos contábeis, os álibis da tirania
são sempre desfavoráveis à tal da democracia.
“Vamos calar os escrúpulos e ouvir a voz do mercado”.
e o país paga esse mico de regressar ao passado.
é a voz da maioria decidindo a própria vida.
é o peso do contrapeso na balança do poder.
As pessoas estão mais carentes do que nunca por um ser dominador que as controle.
ResponderExcluirTalvez tenha razão. Achei também um texto muito bom que será publicado depois de amanhã, que tem correlação com o que você disse.
ExcluirAcho que temos na literatura e no cinema distopias que conversam de forma direta com o momento que estamos vivendo. Isso é preocupante e assustador. A democracia passa longe do muito que se vê hoje, mas apesar de sangrar, espero que no fim ela recupere sua força e importância, e vença.
ResponderExcluirBeijo, beijo.
É o que (quase) todos esperamos!
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