Não é novidade para ninguém que algumas pessoas despem as fantasias que usaram para viver e trabalhar no resto do ano. Há aquelas que, ao contrário, vestem fantasias só para se divertir no carnaval. E há aquelas que assumem sua própria fantasia, por mais irreal que possa ser.
Este ano, assumi a minha. Resolvi levar minha Amada para perto da agitação, para junto das pessoas que se movem, se encontram e se divertem nessa época.
Para isso, mandei confeccionar uma blusa com seu rosto lindo estampado no tecido. E hoje resolvi inaugurá-la. Caminhei (com alguma dificuldade) até a esquina onde muita gente se aglomera, arranjei um banco e sentei.
Havia uma fanfarra tocando, muita gente andando para lá e para cá, mas não vi ninguém que conhecesse, com quem pudesse conversar. Mesmo assim, mantive-me no meu posto. Depois, quando a fanfarra resolveu descer a rua em direção à praça principal do bairro, todos se foram e eu fiquei sozinho sentado em meu banco, uma bela metáfora da solidão em que vivo atualmente.
Para isso, mandei confeccionar uma blusa com seu rosto lindo estampado no tecido. E hoje resolvi inaugurá-la. Caminhei (com alguma dificuldade) até a esquina onde muita gente se aglomera, arranjei um banco e sentei.
Havia uma fanfarra tocando, muita gente andando para lá e para cá, mas não vi ninguém que conhecesse, com quem pudesse conversar. Mesmo assim, mantive-me no meu posto. Depois, quando a fanfarra resolveu descer a rua em direção à praça principal do bairro, todos se foram e eu fiquei sozinho sentado em meu banco, uma bela metáfora da solidão em que vivo atualmente.
Para registrar esse momento, pedi a um ambulante para tirar
minha foto. E é ela que aparece a seguir.
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