Estimulado pela postagem lida no blog “As Crônicas do Edu”, resolvi fazer um comentário sobre o post dedicado ao simpaticíssimo Dadá Maravilha. Meu comentário lembraria outro apelido desse jogador: Dario Peito de Aço. Por não entender nada e nem me sentir atraído por futebol, recorri ao pai dos muito burros, ou melhor, a mãe dos mesmos. E achei uma porrada de frases ditas pelo helicóptero Dadá Maravilha. Aí não deu outra: claro que essas frases seriam a matéria prima de novo post.
Não
venham com a problemática, que eu tenho a solucionática.
Me diz
o nome de três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá
Maravilha.
Pra
pegar Dadá na corrida, só se for de táxi.
Não
existe gol feio. Feio é não fazer gol.
Um rei
tem que ser sempre recebido por bandas de música.
Pra
fazer gol de cabeça era queixo no peito ou queixo no ombro.
Com
Dadá em campo, não há placar em branco.
Pelé,
Garrincha e Dadá tinham que ser currículo escolar.
Faço
tudo com amor, inclusive o amor.
Nunca
aprendi a jogar futebol pois perdi muito tempo fazendo gols.
Só
existem três poderes no universo: Deus no Céu, o Papa no Vaticano e Dadá na
grande área.
A área
é o habitat natural do goleador; nela, ele está protegido pela constituição, se
for derrubado é pênalti.
Num
time de futebol há nove posições e duas profissões: goleiro e centroavante.
Bola,
flor e mulher, só com carinho.
Fiz
mais de 500 gols, só correndo e pulando.
Quando
eu saltava, o zagueiro conseguia ver o número da minha chuteira.
São
duas coisas que eu não aprendi: Jogar futebol e perder gol!
Melhor
do que Dadá, só Jesus Cristo!
Futebol
não pode ficar acima da educação, não!
Chuto
tão mal que no dia em que eu fizer um gol de fora da área, o goleiro tem que
ser eliminado do futebol.
Se
minha estrela não brilhar, vou lá e passo lustrador nela.
Deixando
a modéstia de lado, falando de futebol, eu falo o que eu sei, sou um expert,
com doutorado nessa matéria. No futebol, eu sou o máximo, conheço tudo e sou
atleticano.
Se o
gol é a maior alegria do futebol, foi Deus quem inventou Dadá, porque Dadá é a
alegria do povo.
Dadá
não é eterno. Sua história será eterna.
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