domingo, 29 de setembro de 2024

VINCENT (STARRY STARRY NIGHT) - DON MCLEAN

Sempre achei bonita essa música, mas jamais sonhei o que dizia a letra. Recebi este vídeo de minha mulher e eu literalmente babei de tanta emoção. Bom, ninguém precisa babar, mas sugiro que assistam e ouçam este vídeo, porque é lindo. E a música também.

 




sábado, 28 de setembro de 2024

TEREXA

Em 2022 imaginei uma HQzinha meia boca e até me dispus a desenhá-la, mas a impressora com scanner tinha parado de funcionar, o que me obrigaria a fazer todos os quadros imaginados a mão, coisa que sinceramente não tenho mais saco de tentar. Publiquei o texto e ficou por isso mesmo. Hoje, lembrando-me dessa tentativa frustrada, resolvi dar uma pausa no post cabeça que estou tentando escrever e pedir ajuda à Ideogram IA para fazer os desenhos. Mas foi um custo, pois de cara essa IA puritana recusou o termo "trepada". Aí tive sair inventando e mudando o texto, pois a posição de "dino assado" nunca foi gerada. Mas está bom. Agora, pelo menos, tenho uma HQ desenhada, with a little help from Ideogram IA.


sexta-feira, 27 de setembro de 2024

PEDRADA


Tenho pensado em registrar minha indignação e desconforto com situações em que minorias tentam impor mudanças linguísticas à maioria. E de forma impositiva! Para mim, não há nada mais inaceitável e pernicioso que ditaduras, sejam elas ideológicas, religiosas ou comportamentais. Não vou tentar escrever um tratado sociológico, pois, além de não ter formação acadêmica para embasar minhas ideias, esse não é o objetivo deste desabafo. Porque, sim, este texto é um desabafo. Estou falando das mudanças na linguagem utilizada pela maioria, propostas por uma minoria com ímpeto autoritário.
 
O que quero dizer é que discordo totalmente de mudanças artificiais propostas para nossa rica, embora complexa, língua portuguesa. Sei que todas as línguas são vivas e evoluem naturalmente; não há como impedir isso. Mas querer que elas mudem de forma artificial para corrigir preconceitos ou abrigar novos conceitos me parece um exercício de autoritarismo ressentido. E, por isso, para mim, inaceitável.
 
Os estudiosos da língua e os dicionaristas registram novas palavras e gírias sem discutir. Documentam e estudam as formas de falar, os sotaques, os regionalismos, etc., mas não propõem mudanças radicais, incoerentes ou inadequadas apenas para atender os desejos de uma minoria.
 
Quando eu era criança, o uso de palavrões e palavras obscenas em público era considerada falta de educação, vulgaridade e mau gosto. Mas o tempo passou, os costumes mudaram, e hoje até meninas de dez anos ou menos usam palavras de baixo calão com tal naturalidade que é impossível imaginar um retorno à recatada formalidade de antigamente. Para mim, isso é um sinal de que a língua é viva e mutável, mas evoluindo de maneira orgânica, não através de imposições.
 
Digo isso porque vi uma expressão em um canal a cabo. Aliás, eu não vi, eu li. Falando de um novo programa que parece abordar questões que afetam a vida de pessoas transgênero e que está prestes a ser lançado, a chamada de divulgação dizia: “Bem-vindes”.
 
Não tenho nenhum problema, apoio e defendo as pessoas que decidem mudar de gênero, mas discordo profundamente das tentativas forçadas e pouco naturais de mudar palavras como parte de uma ação para promover a aceitação ou inclusão de minorias na sociedade. Apoio e defendo as pessoas trans, mas vou dizer algo que talvez gere críticas e pedradas intelectuais: “Bem-vindes” é a puta que pariu!

quinta-feira, 26 de setembro de 2024

FUROR EDITORIAL

Amanhã o sexto e último e-book jotabélico entra na promoção de download gratuito, ficando assim até o dia 01/10. Para comemorar esse evento e encerrar mais um ciclo, vou (re)contar uma história. Segura aí.
 
 
Um dia, ainda no primeiro semestre de 2014, um de meus filhos talvez cansado de receber até dez e-mails por dia com todo tipo de besteira que eu escrevia, sugeriu que eu criasse um blog, Eu, que nem sabia o que era um blog, comentei com outro filho sobre essa sugestão.
 
Talvez penalizado pela ansiedade e carência afetiva que eu demonstrava e também de saco cheio pela quantidade de e-mails que eu enviava (e ninguém respondia), criou o blog para mim, logo carimbado com o que eu sentia na época: Blogson Crusoe, trocadilho com Robinson Crusoe, nome do personagem que viveu isolado e sozinho em uma ilha deserta durante quase trinta anos. Para completar o título, acrescentei o mote “o blog da solidão ampliada”. Estavam definidos o roteiro e a trilha do blog.
 
Passados dez anos, o velho Blogson conta com quase 3.000 publicações de todo tipo, cada uma refletindo o estado mental em que me encontrava no momento da postagem. Durante esse tempo o blog virou biblioteca (blogoteca), arquivo, registro de lembranças de amigos e parentes, “muro das lamentações”, confessionário, adquirindo real função psicoterapêutica (blogoterapia), pois me joguei sem rede, filtro ou proteção nas coisas que disse, nos desabafos que fiz ou nas piadas idiotas que imaginei. E foram esses posts que depois de selecionados deram origem aos e-books que publiquei na Amazon,
 
Aqui cabe um reconhecimento e agradecimento ao muito talentoso desenhista e blogueiro Fabiano Caldeira, que acabou sendo uma espécie de curador dos e-books, graças ao seu incentivo para que eu publicasse um livro, pelas orientações, explicações, críticas e revisões pacientemente feitas até que o primeiro “rebento” nascesse. E a capa de tom sombrio e super adequado para o conteúdo desse e-book foi um presente que me deu. Por isso, minha eterna gratidão a ele.
 
Por que estou falando disso agora, se já falei sobre isso em outras ocasiões? Porque eu gosto de contar histórias, repetindo-as sob novos ângulos e perspectivas. E agora é que eu cheguei onde queria:
 
Depois da publicação do primeiro e-book fui tomado por uma espécie de "furor editorial", pois resolvi publicar mais livros (afinal, eu já tinha descoberto o caminho das pedras!). E esse “furor” me fez pensar em mais quatro e-books, cada um dedicado às linhas principais dos textos do blog: crônicas e divagações, besteirol e textos de humor de “quinta série”, casos e lembranças de pessoas com quem convivi e desenhos de humor que um de meus filhos definiu como “arte rupestre”. Depois, resolvi publicar mais um, dedicado apenas às lembranças do Pintão, ex-colega e melhor amigo que já tive. Mas agora parei, não pretendo publicar mais nada, pois não tenho mais assunto nem inspiração (só piração).
 
E não espero ganhar nada com esses e-books (publicados a custo zero e preços de venda irrisórios), pois o prazer de publicá-los é um lance puramente pessoal. Diria que eles são meus "netos", pois são filhos do Blogson Crusoe. Então, o único esforço que fiz foi selecionar o que achei mais legal entre as quase 3.000 postagens. E agora, para alimentar a blogoteca (a biblioteca do blog), transcrevo os textos que escrevi para apresentar na Amazon cada um dos e-books que foram sendo publicados: (alguém aí ainda está acordado?)
 
O EU FRAGMENTADO
Os sessenta poemas desse livro foram originalmente publicados no blog Blogson Crusoe. E por que algumas vezes escolhi registrar meus pensamentos no formato “poesia”? Creio que a explicação é simples: um texto em prosa é como um rio cujas águas vão deslizando pelos meandros e curvas suaves, tranquilamente, sem sobressaltos, serenamente. A poesia, ao contrário, lembra um rio turbulento, nervoso, com corredeiras, as águas agitadas despencando em cachoeiras e precipícios.
 
MEU NOME É RICARDO
Nesse e-book encontram-se contos, crônicas e divagações existenciais originalmente publicadas no blog Blogson Crusoe. A linguagem é predominantemente coloquial, ótima para esconder o vocabulário pobre e as agressões à gramática da "Última Flor do Lácio". Os contos, mesmo que eventualmente inspirados em fatos e pessoas que conheci, são puramente ficcionais. Nas crônicas eu tentei fazer uma releitura lírica de fatos e episódios corriqueiros do dia a dia. Já as divagações são viagens mentais sobre a Vida, sobre sua aparente ou real falta de sentido, sobre mim, enfim, sobre qualquer coisa que me dê na telha falar.
 
CONFRARIA DAS HIENAS
Esse livro reúne uma seleção de textos originalmente publicados no blog Blogson Crusoe com a intenção de tentar fazer as pessoas rir com minhas idiotices e falta de senso.
O material selecionado foi dividido em três seções, a saber:
- ESSE MENINO É UM SPAMTO – Textos e crônicas “engraçadinhas”;
- AFORISMOS, DESAFORISMOS E TEXTÍCULOS – Frases e pequenos textos de humor tão mínimo quanto o tamanho dos aforismos e “textículos” (estou tentando vender este neologismo);
- DIÁLOGOS DE SPAMTAR – Diálogos curtos e provocadores. De azia e má digestão, bem entendido.
Que mais? Ah, sim, o título deste e-book homenageia aqueles animais que parecem estar sempre rindo, mesmo que nunca se saiba por que nem se descubra de quê.
 
O CASO DA VACA VOADORA E OUTRAS LEMBRANÇAS
Esse e-book reúne os casos mirabolantes e histórias contadas e vividas por meu ex-colega “Pintão”, uma pessoa absolutamente singular.
Falando francamente, alguns casos são tão insólitos que nunca saberei se realmente aconteceram tal como nos foram contados ou, até mesmo, se não são invencionices de um grande contador de casos. Os diálogos, mesmo que recriados, são o mais próximo possível do que consegui lembrar e tentam manter a mesma descontração com que foram proferidos.
É à memória desse cara, o melhor amigo que já tive, que dedico este texto, originalmente escrito logo após sua morte. E foi muito bom remexer nessas lembranças, relembrar suas histórias, contadas e vividas por uma pessoa absolutamente singular.
 
SÓ PARA PASSAR O TEMPO (PORQUE O TEMPO PASSOU)
Alguém disse que “qualquer vida, se bem contada, merece um livro ou pelo menos um capítulo.” Embora eu não me considere um grande narrador, descobri que adoro contar histórias. Neste e-book, reuni lembranças de vinte pessoas com quem tive o privilégio de conviver – protagonistas de momentos curiosos, divertidos e, às vezes, inacreditáveis. Reviver esses “causos” me trouxe muita diversão. Ao compartilhar essas histórias, espero que provoquem nos leitores o mesmo prazer que tive ao recordá-las.
 
WHAT A WONDERFUL WORD! (Eu não sei desenhar)
Esse livro é o resultado de uma seleção de cartuns e HQs que desenhei. Talvez por essa identificação absoluta com o desenho de humor, sempre pensei idiotices que imaginava poder transformar em desenhos e historinhas, mas eu não sei desenhar!
Para corrigir essa “falha de caráter” comecei a transformar as bobagens que surgiam em minha mente em diálogos non sense associados com formas minimalistas. A criação desses desenhos trouxe muita, muita diversão para mim. Isso significa que mesmo se ninguém gostar do conteúdo desse e-book, pode estar certo de que EU gosto! 
 



 

 

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

A TCHURMA

 
Eu sou um dos heterossexuais mais frescos que podem existir. Quando comecei a namorar minha mulher um de meus cunhados machões disse a ela que eu era “viado” (como disse o Caetano, “Narciso acha feio o que não é espelho”). Um de meus filhos me goza quando solto um exclamativo “Ui!” e diz que se eu demorasse mais dois minutos para nascer eu seria gay. Aí eu retruco dizendo que ele não é metrossexual (ele é), é só meio-metrossexual
 
Então, a expressão macho alfa não me define, nunca me definiu. Aliás, nem mesmo macho beta. Eu creio que sou mais um “macho dzeta” – ou zéta (esta piada está repetida!), pois às vezes falo com voz afetada e minhas mãos ondulam quando conto casos. Mas sou cisgênero, um cara feliz com a sua identidade. Segundo o pai dos muito burros “Cisgênero é um termo que se refere a pessoas que se identificam com o gênero que lhes foi atribuído no momento do nascimento, ou seja, com o seu sexo biológico”.
 
Tenho dois sobrinhos gays, amigas e amigos gays e lésbicas, defendo o casamento gay e abomino todo tipo de homofobia. Por essas características pessoais, nunca tive grilo nem preconceito com o pessoal LGBT. Mas tem uma coisa que está me enchendo o saco, justamente a atual sopa de letras criada para fazer referência aos que não são heterossexuais cisgêneros.
 
Antigamente, muito antigamente, usavam-se as palavras “viado”, “bicha”, “refrigerado”, “pederasta”, “enrustido” e “invertido” para o sexo masculino e “entendida” – além das horrendas “franchona” e “sapatão” – para o sexo feminino. Isso, sem falar nos regionalismos (“baitola”, “chibungo”, “boiola”, etc.).
 
O mundo mudou, a Lusitana nem sei se roda mais e surgiu a sigla LGBT, fácil de memorizar. Mais um pouco e foram acrescentando letras até chegar em LGBTQIA+. Fiz questão de decorar, pelo respeito que merecem as pessoas representadas por essas letras.
 
Agora acrescentaram mais a letra “P”! A sigla hoje é a quase “indecorável” (não confundir com indecorosa, por favor) LGBTQIAP+.
 
Mas a coisa fodeu de vez quando alguns malucos resolveram ampliar ainda mais a cobertura (sem trocadilho) da sigla. Não sei se é verdade, mas (transcrevendo) “atualmente, há algumas correntes que indicam para uma sigla completa. É composta por: LGBTQQICAAPF2K+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer, Questionando, Intersexuais, Curioso, Assexuais, Aliados, Pansexuais, Polissexuais, Familiares, 2-espíritos e Kink).
 
Fala sério isso deve ser, só pode ser piada. Mas se não for, a continuar essa expansão, daqui a pouco vai faltar letra! Por isso fica aqui minha humilde sugestão para esse problema: suprimam-se as letras e adote-se a simpática expressão “Turma do Alfabeto”. Como diz o blogueiro Marreta, "Pãããããããta....

 

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

INVENÇÕES QUE PRECISAM SER INVENTADAS

 
Minha irmã já disse algumas vezes que eu sou um desperdiçado, por ser “multi-talentoso”, já que toco violão, desenho e escrevo. Ela só se esqueceu de que eu toco mal, desenho mal e escrevo mal. Falando sério, isso é coisa de irmã mesmo. Mas o que ela nunca sonhou é que sou também um inventor desperdiçado. Olha esta história:
 
No início da década de setenta, eu e minha Amada estávamos estudando na biblioteca da antiga Faculdade de Filosofia da UFMG, que ficava na Rua Carangola, em Beagá. Aí bateu aquela vontade de fumar (nessa época, eu e ela fumávamos). Não sei bem por que, mas não tínhamos cigarro e não havia lugar perto para comprar. Resolvi fazer uma “inspeção” entre as pessoas que ali estavam, todas elas absortas em seus estudos e leituras. 
 
Lá longe, em uma das extremidades da biblioteca, vi um sujeito fumando (na época, podia). Pelo tipo e pela roupa, tinha cara de universitário pobre e “revoltado com o sistema”. Apesar dessa impressão, não titubeei: cheguei perto com meu melhor sorriso, pedi desculpa por incomodá-lo e perguntei se poderia me dar um de seus cigarros. O olhar que ele me dirigiu foi meio assustador, mas enfiou a mão no bolso e me deu. Era um Continental sem filtro (!!!). Quase recusei, de tão ruim que esse cigarro era. Ainda mais sem filtro. Bom, aí já não tinha mais jeito. Pedi para acender, agradeci imensamente (sou um puxa-saco com pós-graduação) e voltei para junto do meu Amor.
 
Mas não tinha como fumar aquilo: o fumo se soltava e agarrava no lábio, na língua. E como era forte! Aí, me ocorreu uma ideia brilhante: com a ponta do lápis (rombudo), furei alguns buracos ao redor da ponta não acesa. A ideia era de que ao aspirar a fumaça (fumante diz “dar uma tragada”), o ar também fosse sugado através desses buracos, suavizando e esfriando a fumaça. O “projeto” era bom, mas a execução ficou uma merda. Creio que nem terminamos de fumar aquela coisa.
 
Pois bem, o tempo passou e um dia eu vi a propaganda de um novo cigarro (“Charm”, creio que nem existe mais) destinado ao público feminino, que alardeava a elegância de seu formato – mais fino que os demais, mais longo que a maioria e, claro, muito suave. Detalhe: imediatamente após o filtro, havia um “anel” de microfuros, cuja função era a mesma que eu tinha imaginado alguns anos antes para conseguir fumar aquele Continental. Fiquei todo orgulhoso, mas continuei pobre como sempre, pois nunca imaginei que aquela ideia pudesse valer alguma coisa.
 
Mas a coisa não pára por aí, pois tive uma ideia genial que estou pensando em oferecer de grátis para os japoneses, povinho danado de bom para fabricar traquitanas eletroeletrônicas. Quem não se espanta, por exemplo, com a tecnologia "embarcada" em um assento sanitário que só falta jogar talquinho nas partes pudendas do usuário? Fala sério - mesmo que seja um pouco vulgar dizer isso - qual culo não morre de inveja de seus congêneres nipônicos?

Pois bem, a minha ideia é um cortador de unhas inteligente, uma invenção que precisa ser inventada! Hoje em dia,é um sacrifício filhadamãe para mim cortar as unhas dos pés, pois além da coluna que às vezes resolve guinchar, há também uma barreira a vencer, uma barriga de fazer inveja ao Shreck. Por isso, curvar-me para cortar as unhas é tarefa que sempre me deixa ofegante. Ofegante e puto, pois não consigo dar um acabamento decente.
 
Por isso imaginei o cortador revolucionário, que descreverei rapidamente: você enfia o pé na jaca, ou melhor, no aparelho e seus dedos e unhas são escaneados para definir a melhor extensão do corte. Ainda não sei como será feito o corte das unhas ou se elas serão só lixadas (problema dos japoneses!). Mas antes de tirar o pé da “jaca”, seus calcanhares serão suavemente lixados para tirar aquela impressão de que não lava os pés há dois meses.
 
Até já consigo ouvir um sorridente empresário nipônico dizendo

- Watashi-tachi wa korekara takusan no okane o kasegu tsumoridesu. Arigatō!
(私たちはこれからたくさんのお金を稼ぐつもりです。ありがとう!)

Que em língua de gente significa:
- Vamos ganhar muito dinheiro com isso. Obrigado!

 

domingo, 22 de setembro de 2024

TEM GENTE NOVA NO PEDAÇO

 
Você já ouviu falar em drogadicto? Provavelmente sim, diante de tantos casos de viciados em drogas que existem hoje. E eu descobri ter-me tornado um depois da criação do Blogson Crusoe, um tipo diferente de viciado, um “blogadicto”, um viciado em blog. Mas como acontece com os viciados comuns, a coisa foi perdendo o controle, surgindo assim o desejo de experimentar novas sensações. Em outras palavras, tornei-me um “e-bookadicto”, um viciado em lançar novos e-books.
 
Escrevi esta introdução idiota e de mau gosto só para informar aos milhões que acessam o velho e alquebrado Blogson Crusoe que mais um e-book jotabélico foi publicado na Amazon. Como disse antes, são casos indexados ao marcador “Memória” do Blogson.
 
Com isso, minha ânsia de publicar e-books com textos selecionados do Blogson está satisfeita. Honestamente, atingi minha cota. Agora, só falta eu conseguir publicar um e-book com minhas experiências gráficas, dezénhos e HQs surreais. Já tentei antes, mas não deu certo. Tentarei novamente, pois de todos é meu e-book predileto (mesmo que não saiba desenhar).
 
Voltando ao novo rebento, o título é “Só para passar o tempo (porque o tempo passou)”. Estará disponível para download "0800", “de grátis”, no período de 22 a 26/09. O único defeito que não consegui corrigir foi a capa. Eu queria uma capa só no preto e branco, mas minha ignorância me impediu de conseguir isso. Enfim...
 
O link é este:
 
https://www.amazon.com.br/dp/B0DHLKDQS4

QUERIA TANTO TE VER!

Tudo o que eu queria dizer já foi dito. Tudo o que pensei escrever está escrito. E mesmo que pareça ter trocado O dito pelo não dito, nada t...