quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

AMOR π

 
As pessoas que acessam este blog têm um traço em comum: são inteligentésimas. Para aqueles que duvidam disso eu diria que usei um pouco de liberdade poética para essa afirmação.
 
Sei lá, tenho a mania de criar expressões e frases de efeito para esconder a minha própria falta de inteligência. Nesse caso, talvez fosse melhor dizer que eu crio frases de defeito, mas às vezes acerto, dou uma dentro (por favor, não me peça para explicar). E a mais recente expressão que criei ficou bacaninha, bem sacada (será que as leitoras e leitores de Portugal entendem o que eu digo/escrevo?).
 
Sempre digo que o amor que sinto por meus filhos é do tamanho do Universo, infinito. Digo isso para todo mundo, inclusive para eles. Aí, outro dia (sinônimo de data incerta e ignorada), lembrei-me dos tempos em que lustrava os bancos escolares com a bunda (trajando calça de uniforme, obviamente) e o número irracional PI (π) surgiu na minha mente quase tão irracional quanto. Como certamente TODES se lembram, esse número é resultante da divisão do comprimento ou perímetro de uma circunferência pelo diâmetro dessa mesma circunferência (cara, eu amo a Matemática!).
 
Por exemplo, se eu conseguisse saber o diâmetro do meu abdômen depois de medir a circunferência da minha pança, certamente obteria um número parecido com o valor do PI, bem melhor que o número que vejo no visor da balança digital onde às vezes me aventuro a subir.
 
Mas estou fugindo do assunto. Por ser irracional, o número PI (π) não tem limite, é infinito. E é aqui que eu queria chegar: o amor que a maioria dos pais e mães sente por seus pimpolhos pode ser definido pela expressão “amor π”, pois é um amor infinito. Apesar das palhaçadas jotabélicas, acho que mandei bem.

Um comentário:

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