Não quero mudar o passado,
Desejo só inconsequente.
Quero mudar o presente.
Presente que foi herdado
De um passado que devia ser
Para sempre, sempre olvidado.
A cavalo dado não se olham os dentes.
Não sei avaliar essa frase
Só sei que a desprezo e descarto,
Pois cansei de cavalo magro, doente
E, pra piorar, desdentado.
com fita vermelha amarrado,
com metal dourado enfeitado,
que tenha meu tamanho certinho
e que eu possa ser nele enterrado.
Jotabê,
ResponderExcluirBravíssimo!
Que assim seja na vida
como dita seus versos.
Abraço de ótima nova semana
que começa com feriado e por
aqui chuvoso...
CatiahôAlc.
Obrigado, Catiahô.
ExcluirFiquei pensando no título do instigante poema..."banguela". Cavalo manco e sem dentes serve pra quê?
ResponderExcluirPara fazer carne de cavalo, talvez, Ou ração.
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