terça-feira, 14 de abril de 2026

NOITES CARIOCAS - ÉPOCA DE OURO E ARMANDINHO

 
Não sou especialista em música, apenas gosto de ouvir. Também não me preocupo com a qualidade do som, pois não tenho aparelhagem sofisticada. Mas tenho preconceitos definidos. Por exemplo, não gosto de funk nem de música “sertaneja”. Se forçar um pouco a barra, digo que também não curto pagode nem as músicas do grupo ABBA. E de gospel brasileiro, prefiro nem falar.
 
Meu negócio é MPB, bossa nova, choro, samba raiz, rock, blues e jazz, Também gosto bastante de reggae e forró. Mas o estilo que é sempre uma delícia de ouvir é choro – ou chorinho para os íntimos. Que maravilha quando alguém de talento estratosférico resolve gravar um choro daqueles bem ”Jacob do Bandolim”! Por que estou falando isso? Porque me deu vontade de ouvir de novo um CD que o conjunto Época de Ouro gravou com a participação luxuosíssima do Armandinho Macedo, um virtuose do bandolim e da guitarra baiana.
 
Só para ilustrar um pouco, o Época de Ouro é o grupo que acompanhava o gênio Jacob do Bandolim. Esse grupo teve entre seus integrantes o Dino 7 cordas, provavelmente o melhor “sete cordas” que o Brasil já teve, e o Cesar Faria, pai do Paulinho da Viola.
 
Como cantou o Belchior, “deixando a profundidade de lado”, o bom é ouvir a gravação de “Noites Cariocas”, o melhor choro já composto (minha opinião), interpretado por esse time de feras. Escutaí e baba (especialmente no trecho em que o Dino resolveu mostrar o que sabia fazer):



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