Às vezes surge u’a vontade inesperada
De bobaginhas de amor falar em seu ouvido
Desejo quase sempre incompreendido
Um jeito de amar tão esquisito
Mal sabem eles que amar assim é só delícia
E o bom senso totalmente esquecido
Amor de doido manso, inofensivo, sem perigo
Pois é assim que vive esse amor:
Aquece o peito e o coração acaricia
A fórmula, a bula de um amor assim bonito
Pois nasce tão espontâneo e alegre,
Cada segundo longe é minuto
Cada minuto perto, eternidade.
Quanto amor!
ResponderExcluirE é real. Eu não sei ou não gosto de esconder emoções positivas. Para que guardar?
ExcluirJotabé, seu poema revela uma das formas de demonstrar sentimento , até porque existem várias nuances envolvidas. Parabéns e continue nos presenteando com poemas significativos e que retratam o amor.
ResponderExcluirSim, eu sei. Ele foi escrito por acreditar que as pessoas olham com espanto, reserva e censura quando um velho, um idoso como eu resolve exibir um comportamento de adolescente apaixonado. Conversinhas com a amada ao pé do ouvido seriam coisas de adolescente (o que eu deixei de ser há sessenta anos). Será que minha leitura está correta?
ResponderExcluirOlha só o que faz o amor!!!
ResponderExcluirAflora no homem o poeta escondido!
Em quem já de vez em quando, rabiscas boas poesias, o efeito é avassalador!!
"bobaginhas ao ouvido" ,é??
Não tem coisa melhor.
Você tem a manha!
ExcluirQue declaração de amor tão doce e desarmante! ❤️ Há qualquer coisa de muito bonito nesse amor que não tenta ser explicado pela razão, porque simplesmente acontece, espontâneo, intenso e até um pouco “doido”. E adorei particularmente a imagem do tempo, porque quando gostamos verdadeiramente de alguém, a distância parece interminável e a presença transforma os minutos em eternidade. Uma poesia apaixonada, leve e muito bonita. 🌹✨ Um beijinho!
ResponderExcluirAh, Daniela! Assim você me desarma! Que bom que gostou! Obrigado mesmo!
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